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Toda chamada leva o token no header:

Gerar o token

Em Configurações → Tokens de API, escolha:
O valor aparece uma única vez. O banco guarda só o hash: não há tela de “ver token de novo”. Perdeu, gera outro e revoga o antigo.

As permissões do token mudam sozinhas — e isso é o desenho

As capacidades efetivas são a interseção entre o que o token pede e o que a pessoa tem neste momento. O papel é lido a cada chamada, não no dia da emissão. Consequências práticas:
  • Se essa pessoa perder uma permissão na grade de Equipe, o token perde junto — sem ninguém lembrar de revogar.
  • Se ela sair da empresa, o token para de funcionar na hora.
  • Um token nunca concede o que a pessoa não tem. Não existe escalada por token.

Escopo de dados: a resposta pode estar incompleta sem erro nenhum

Além das capacidades, a pessoa pode ter escopos que limitam quais leads ela enxerga — por canal, por origem, ou “só os meus”. O token herda isso. Um token emitido sobre alguém com channels: ["whatsapp"] não vê lead do Instagram. A API responde 200, a lista vem certinha, e os totais estão menores do que a empresa realmente tem. Não há aviso, porque do ponto de vista do token aqueles leads não existem.
Sempre que um número não bater, chame GET /v1/me e olhe scopes e sees_all_leads antes de qualquer outra coisa. É a causa mais comum.

Erros de autenticação

Todos vêm como 401 com o motivo em detail — inválido, expirado e revogado são mensagens diferentes, para você saber se o problema é a variável de ambiente ou a tela de tokens.